
O obstetra é o médico que acompanha a mulher durante a gestação, o parto e o pós-parto. Em São Paulo, o Dr. Renan Feitosa oferece acompanhamento desde o início do pré-natal até o parto, com atuação nos principais hospitais de São Paulo. Este texto explica o que faz o especialista, quando procurá-lo e como é a consulta.
Como atua um Obstetra?

O obstetra é o médico dedicado ao acompanhamento da mulher durante a gestação, o parto e o período que se segue ao nascimento. Sua atuação envolve o cuidado com a saúde da gestante e o desenvolvimento do bebê, monitorando cada etapa da gravidez e identificando situações que exijam atenção especial. Trata-se de uma especialidade que combina prevenção, acompanhamento clínico e assistência ao momento do parto.
A atuação do obstetra ao longo da gestação
Ao longo da gravidez, o obstetra realiza o pré-natal, que consiste em consultas periódicas para acompanhar a evolução da gestação. Nesse período, o profissional:
- Solicita e interpreta exames de rotina e de imagem, como ultrassonografias, exames de sangue e urina.
- Acompanha o ganho de peso, a pressão arterial e a saúde da gestante.
- Orienta sobre alimentação, atividade física e hábitos de vida.
- Avalia o crescimento e o bem-estar do bebê.
Esse acompanhamento permite identificar precocemente alterações e organizar o cuidado de forma individualizada, respeitando as características de cada gestação.
O papel do obstetra e sua equipe no parto

O papel do obstetra vai além da excelência técnica: é garantir a segurança e o bem-estar da mãe e do bebê. Para uma experiência completa e acolhedora, ele atua junto a uma rede de apoio que pode incluir anestesista, doula, pediatra e instrumentador. O grande diferencial dessa equipe é o compromisso em escutar a paciente e respeitar profundamente suas escolhas no parto. Juntos, amparam a família e transformam o nascimento em um momento seguro, humanizado e inesquecível, priorizando sempre as vontades da mulher e o cuidado com a nova vida
Conheça o Dr. Renan Feitosa

O Dr. Renan Feitosa (RQE 100926) é graduado em Medicina pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, onde também realizou a especialização em Ginecologia e Obstetrícia. Possui título de especialista em Ginecologia e Obstetrícia pela Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO). Atua na Obstetrícia há mais de 10 anos, já tendo acompanhado centenas de gestantes no pré-natal e parto.
Quando procurar um obstetra
Ao planejar engravidar
A procura pelo obstetra pode começar antes mesmo da gestação. A consulta pré-concepcional é um momento importante para avaliar a saúde da mulher e preparar o organismo para uma futura gravidez. Nessa etapa, o médico costuma revisar o histórico de saúde, atualizar exames e orientar sobre hábitos que favorecem a gestação.
Buscar orientação nessa fase é especialmente útil para mulheres que:
- Têm condições de saúde prévias, como pressão alta, diabetes ou distúrbios da tireoide;
- Fazem uso contínuo de medicamentos e precisam de reavaliação;
- Já passaram por perdas gestacionais ou complicações em gravidezes anteriores;
- Possuem histórico familiar de doenças que merecem investigação.
Ao confirmar a gravidez

Assim que a gravidez é confirmada, o ideal é iniciar o pré-natal o quanto antes. O acompanhamento precoce permite estimar corretamente a idade gestacional, solicitar os primeiros exames e orientar sobre cuidados no início da gestação. Quanto mais cedo o pré-natal começa, maior a possibilidade de identificar e acompanhar situações que exigem atenção.
O pré-natal é um processo contínuo, com consultas regulares ao longo dos meses. Esse acompanhamento ajuda a monitorar o desenvolvimento do bebê, a saúde da gestante e a esclarecer dúvidas que surgem em cada fase.
Sinais de alerta durante a gestação
Ao longo da gravidez, alguns sinais indicam a necessidade de avaliação sem esperar a próxima consulta agendada. Procure o obstetra ou um serviço de urgência diante de situações como:
- Sangramento vaginal;
- Dor abdominal intensa ou persistente;
- Perda de líquido pela vagina;
- Dor de cabeça forte, alterações visuais ou inchaço súbito;
- Redução ou ausência dos movimentos do bebê;
- Febre ou mal-estar importante.
Cada gestação é única, e a avaliação individual é o que orienta a melhor conduta. Este conteúdo tem caráter educativo e não substitui a consulta médica, na qual o obstetra analisa o caso de forma personalizada.
Principais condições acompanhadas
Gestação de baixo e alto risco
O acompanhamento pré-natal considera o perfil de cada gestante para definir a frequência e a intensidade das consultas. Na gestação de baixo risco, a saúde da mãe e do bebê tende a evoluir sem intercorrências relevantes, mas o acompanhamento periódico permanece importante para monitorar o desenvolvimento fetal e a saúde materna.
Já a gestação de alto risco reúne situações que exigem atenção mais próxima, como:
- Idade materna avançada ou gestação na adolescência;
- Doenças prévias, como hipertensão, alterações da tireoide ou diabetes;
- História de complicações em gestações anteriores;
- Gestação múltipla (gêmeos ou mais);
- Alterações identificadas em exames de rotina.
O objetivo é reduzir riscos e acompanhar de perto a evolução, com exames complementares quando indicados. Cada caso é avaliado de forma individual.
Alterações da pressão arterial e da glicose no sangue na gravidez
Duas condições merecem atenção especial durante o pré-natal. A elevação da pressão arterial pode surgir ao longo da gestação e, quando não acompanhada, associa-se a complicações para a mãe e o bebê. Por isso, a aferição da pressão é rotina em cada consulta.
De modo semelhante, alterações da glicemia podem aparecer durante a gravidez. O rastreamento é feito com exames em períodos definidos do pré-natal. Quando identificadas, essas alterações costumam ser controladas com orientações de alimentação, atividade física adequada e, em algumas situações, tratamento específico definido em consulta. O acompanhamento regular ajuda a manter esses parâmetros dentro de faixas mais seguras na maioria dos casos.
Acompanhamento nutricional na gestação
A gravidez envolve mudanças naturais no organismo. O acompanhamento nutricional apoia o ganho de peso adequado e a oferta de nutrientes importantes para mãe e bebê.
Esse cuidado é conduzido de forma personalizada, considerando o histórico de cada gestante e os achados dos exames. As orientações buscam favorecer o bem-estar ao longo de todo o pré-natal, sempre com base na avaliação individual em consulta.
Como é a consulta

A primeira consulta e a anamnese
A primeira consulta com o obstetra costuma ser mais longa, pois é o momento de conhecer a história de saúde da gestante em detalhes. Nessa etapa, chamada de anamnese, são levantadas informações importantes que ajudam a orientar todo o acompanhamento da gestação.
Durante a conversa, o obstetra investiga:
- Histórico de saúde pessoal e de doenças na família;
- Gestações e partos anteriores, quando houver;
- Uso de medicamentos e existência de alergias;
- Hábitos de vida, como alimentação, atividade física e sono;
- Ciclo menstrual e data da última menstruação, para estimar a idade gestacional;
- Histórico vacinal.
Também é feito um exame físico geral, com aferição de pressão arterial, peso e outras avaliações conforme cada caso. Esse primeiro encontro é uma boa oportunidade para tirar dúvidas e alinhar expectativas sobre o pré-natal.
Exames de rotina

Ao longo da gestação, alguns exames são solicitados de forma periódica para acompanhar a saúde da mãe e do bebê. Entre os mais comuns estão os exames de sangue, de urina e as ultrassonografias, que ajudam a avaliar o desenvolvimento fetal e a idade gestacional.
Os exames de imagem permitem verificar o crescimento do bebê, a quantidade de líquido e a posição da placenta, entre outros aspectos. A frequência e os tipos de exame variam conforme a idade gestacional e as características de cada gestação, sempre definidos individualmente pelo médico.
Plano de pré-natal
O pré-natal é organizado em consultas com periodicidade que tende a aumentar conforme a gravidez avança. Em geral, as consultas são mensais no início e passam a ser quinzenais e, no último mês, semanais, sempre ajustados a cada situação.
Nesses encontros, o obstetra acompanha a evolução da gestação, revisa exames e oferece orientações sobre alimentação, sinais de alerta e preparação para o parto. Esse acompanhamento contínuo permite identificar precocemente eventuais alterações e conduzir a gestação com mais segurança. As orientações apresentadas aqui têm caráter educativo e não substituem a consulta presencial.
Decisão sobre o parto: cesárea ou normal?
O pré-natal é também um momento para se discutir e planejar o grande momento do parto. O obstetra tem o papel de esclarecer e preparar a futura mãe sobre os detalhes e diferenças entra cada via de parto e, em conjunto com a gestante, decidir qual será a via mais adequada, respeitando sempre as vontades da mãe e as condições específicas de cada gestante e do bebê que está por vir.
Perguntas Frequentes

Com quantas semanas devo iniciar o pré-natal?
O ideal é começar assim que a gravidez é confirmada, preferencialmente no primeiro trimestre. Quanto antes o acompanhamento inicia, mais cedo é possível avaliar a saúde da gestante e do bebê. A conduta é definida na consulta individual.
Quantas consultas de pré-natal são necessárias?
O número varia conforme cada gestação. Em geral, as consultas são mensais até certo período e ficam mais próximas no fim da gravidez. O obstetra define a frequência de acordo com a avaliação de cada caso.
Diabetes gestacional tem cura?
O diabetes gestacional tem acompanhamento e, na maioria dos casos, bom controle com orientação alimentar, atividade física quando indicada e monitoramento. Em alguns casos, medicações podem ser utilizadas, como insulina. A conduta depende da avaliação individual de cada gestante.
Posso escolher entre parto normal e cesárea?
A via de parto é discutida entre a gestante e o obstetra, considerando as condições clínicas da mãe e do bebê, e também respeitando a vontade materna. O plano é construído ao longo do pré-natal e pode ser reavaliado conforme a evolução da gestação.
Preciso de obstetra se minha gravidez é considerada normal?
Sim. Mesmo gestações sem complicações precisam de acompanhamento regular para monitorar a saúde da mãe e do bebê e identificar precocemente qualquer alteração. O pré-natal é recomendado em todas as gestações.
O que fazer diante de sangramento ou dor forte na gravidez?
Sangramento, dor intensa ou redução dos movimentos do bebê devem ser avaliados sem demora. Nessas situações, procure atendimento e informe seu obstetra, pois a conduta depende da avaliação clínica de cada caso.